Os médicos homeopatas tratam do paciente e não da doença. Todos ouvem falar disto, mas o que isto significa? Não é tão fácil quanto parece compreender tal diferença, pois nossa cultura é estabelecida nas bases do “combate à doença”, como se nossos sintomas fossem uma praga a nos desequilibrar, um castigo ou um ataque externo à nossa bem nascida saúde. Nada mais falso pensar que nascemos completamente saudáveis e que o mundo cruel está pronto a nos fazer doentes, sem mais nem menos. Está aí a genética para provar que isto não existe. Mas além desta ciência, que é parte importante no processo, o nosso equilíbrio obedece a princípios naturais que sempre individualizarão cada um de nós. Se encontrarmos dez pessoas com diagnóstico de úlcera estomacal vamos ouvir dez queixas diferentes, ainda que o lugar de referência seja a região da “boca do estômago”. Por quê? Porque cada um sente o sintoma a seu modo, segundo suas referências de sensibilidade, somadas às idiossincrasias que o meio cultural, ambiental e social-econômico lhes suscita. Se tão somente a lesão estomacal é atenuada paliativamente com os medicamentos disponíveis na alopatia (e são muitos) não há cura, mas sim um adiamento deste mesmo processo para daqui a outra situação. A tendência é a cronificação do processo e um tormento que se acumula.
A medicina homeopática para cuidar das dez pessoas citadas no exemplo acima, irá buscar os sintomas raros e peculiares de cada um, e aí sim, a partir deste conjunto individualizado, propor o medicamento.
O “Sintoma Raro” volta a qualquer momento. Enquanto isso, aos comentários...
Um comentário:
Alergia aos 50 anos sem precedente anterior?
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