Este periódico é dedicado ao meu ganha-pão: a Medicina Homeopática, sua teoria e prática, alguns casos clínicos se demandados, com o óbvio anonimato garantido. Para a compreensão de um ser vivo (humano, animal, vegetal ou mineral), do ponto de vista homeopático, é necessário conhecer-lhe os sintomas raros e peculiares, além do diagnóstico clínico convencional. Individualizar a terapêutica segundo as características do sujeito é fazer Homeopatia.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Similia similibus curentur (III)
Podemos então concluir que esta semelhança nos é comunicada pela Energia Vital, esta que é considerada um dogma pelos críticos da Homeopatia. Sim, há críticos e sobram. Por outro lado a Homeopatia é, ainda, uma ciência muito recente do ponto de vista histórico: apenas duzentos e poucos anos. Antes desta época, havia dificuldade, no meio científico, de reconhecer-se qualquer coisa que não pudesse ser vista, tocada, sentida e cheirada. Depois vieram o gás encanado, o eletromagnetismo e a eletricidade. O grande problema é compreender-se a totalidade do fenômeno biológico-físico-químico. Filósofos e cientistas tentam o tempo todo e a Homeopatia tem muito a contribuir para tanto, desde que nos deixem pesquisar com liberdade de métodos, coisa ainda impensável, infelizmente, numa época de tantos recursos tecnológicos.
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